{"id":217,"date":"2012-03-24T01:41:52","date_gmt":"2012-03-24T01:41:52","guid":{"rendered":"http:\/\/irmascheilla.org.br\/?page_id=217"},"modified":"2021-03-17T17:09:02","modified_gmt":"2021-03-17T20:09:02","slug":"destaque-3","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/?page_id=217","title":{"rendered":"Irm\u00e3 Scheilla"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/irmascheilla.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/E09.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na Col\u00f4nia Espiritual Alvorada Nova, Scheilla desenvolve um trabalho forte e muito amplo com dedica\u00e7\u00e3o \u00edmpar, coordenando quatorze equipes cujos coordenadores formam com ela o Conselho da Casa de Repouso, o qual se re\u00fane periodicamente para decidir as quest\u00f5es pertinentes a Casa. Ap\u00f3s essas reuni\u00f5es, Scheilla encaminha a Cairbar Schutel o comunicado de suas atividades. Sua administra\u00e7\u00e3o direta no Hospital foi estipulada h\u00e1 muito tempo pela Espiritualidade Superior. \u00c0 equipe de trabalho de Scheilla ligam-se muitos encarnados para a consecu\u00e7\u00e3o da cura espiritual nos dois planos da vida.<\/p>\n<p><span style=\"color: #4169e1;\">ENCARNA\u00c7\u00d5ES DE SCHEILLA<\/span><\/p>\n<p>Tem-se not\u00edcias apenas de duas encarna\u00e7\u00f5es de Scheilla: uma na Fran\u00e7a, no s\u00e9culo XVI, e outra na Alemanha.<br \/>\nNa exist\u00eancia francesa, chamou-se Joana Francisca Fr\u00e9miot, nascida em Dijon a 28\/01\/1572 e desencarnada em Moulins a 13\/12\/1641. Ficou conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casara-se, aos 20 anos, com o Bar\u00e3o de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se \u00e0 obras piedosas e ora\u00e7\u00f5es, juntamente com os deveres de m\u00e3e para com seus 4 filhos.<br \/>\nFundou, em 1604, juntamente com o Bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, em Annecy, a Congrega\u00e7\u00e3o da Visita\u00e7\u00e3o de Maria, que dirigiu como superiora de 1612 a 1619, no bairro pobre de Santo Ant\u00f4nio em uma pequena casa alugada em Paris. Passaram por grandes necessidades, mas a Ordem da Visita\u00e7\u00e3o foi aumentando e superou todos os problemas. Em 1619, S\u00e3o Vicente de Paulo ficou como superior do Convento da Ordem da Visita\u00e7\u00e3o. Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora e voltou a Annecy, onde ficava a casa-m\u00e3e da ordem. A Santa v\u00e1rias vezes tornou a ver S\u00e3o Vicente de Paulo, seu confessor e diretor espiritual. \u00c0 data de sua morte a Congrega\u00e7\u00e3o da Visita\u00e7\u00e3o de Maria contava com 87 conventos e, no primeiro s\u00e9culo, com 6.500 religiosos. A 13 de dezembro de 1641 ela veio a falecer.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/irmascheilla.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/joanna-chantal.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #4169e1;\">IRM\u00c3 SCHEILLA<\/span><\/p>\n<p>A outra encarna\u00e7\u00e3o conhecida de Scheilla, verificou-se na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, afli\u00e7\u00f5es e ang\u00fastias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira. Seu estilo simples, sua meiguice espont\u00e2nea, muito ajudavam em sua profiss\u00e3o. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que lhe davam um ar de gra\u00e7a muito suave. Seus olhos, azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Esp\u00edrito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, l\u00e1 estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura&#8230;<br \/>\nNuma tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade.<br \/>\nMuitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo, aprimorado carinho e dedica\u00e7\u00e3o, Scheilla, a Enfermeira do Alto!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/irmascheilla.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/scheilla_enfermeira.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #4169e1;\">TRABALHO ESPIRITUAL NO BRASIL<\/span><\/p>\n<p>Tudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo ap\u00f3s a sua desencarna\u00e7\u00e3o em terras alem\u00e3s, \u00e0s falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil.<br \/>\nAtualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade, juntamente com Cairbar Schutel, Coordenador Geral da Col\u00f4nia Espiritual Alvorada Nova:<br \/>\nPeixotinho, em Maca\u00e9-RJ, iniciou um trabalho de ora\u00e7\u00f5es para as v\u00edtimas da Segunda Grande Guerra. Foi ent\u00e3o que, de repente, chegou l\u00e1 e se materializou um esp\u00edrito chamado Rodolfo, que contou que era de uma fam\u00edlia legitimamente esp\u00edrita, morando na Alemanha. Ele teve que servir na guerra como oficial-m\u00e9dico e o pai dele, Dr. Fritz, muito reservado, educado, severo, muito aut\u00eantico, que passou muitas id\u00e9ias humanit\u00e1rias aos filhos, havia lhe dito: &#8211; Matar nunca. Ao que Rodolfo respondeu: &#8211; Pai, n\u00e3o \u00e9 isso, vou servir como m\u00e9dico.<br \/>\nPois bem, em certa ocasi\u00e3o, o Dr. Rodolfo foi chamado como oficial para integrar um pelot\u00e3o de fuzilamento. Ele, ent\u00e3o, disse: &#8211; A minha miss\u00e3o \u00e9 salvar, n\u00e3o matar. E, de acordo com o regulamento militar, ele passou a ser considerado criminoso, porque deixou de servir \u00e0 p\u00e1tria, pois a p\u00e1tria pedia a ele que matasse algu\u00e9m e ele se negou. Ent\u00e3o, disseram-lhe: &#8211; J\u00e1 que voc\u00ea n\u00e3o vai executar esse homem, voc\u00ea vai ficar junto dele para morrer como um traidor. E ele foi fuzilado na mesma hora. A essa altura, manifestou-se (espiritualmente) ao pai e disse: &#8211; Pai, j\u00e1 estou na outra dimens\u00e3o da vida. Cumpri a palavra empenhada: n\u00e3o matei, preferi morrer. Para que n\u00e3o continuasse no ambiente de guerra, foi amparado espiritualmente no Grupo Esp\u00edrita Pedro (Maca\u00e9-RJ).<br \/>\nPeixotinho, por ter sido militar, em raz\u00e3o justa, como esp\u00edrita, tinha esse trabalho de preces em benef\u00edcio das v\u00edtimas de guerra e pela paz. E esses fatos se deram no auge da Segunda Guerra Mundial, quase no final.<br \/>\nCerto dia, Rodolfo (esp\u00edrito) disse, assim, no Grupo de Ora\u00e7\u00e3o do Peixotinho: &#8211; Orem por minha irm\u00e3, ela est\u00e1 correndo perigo. E como a voz do alem\u00e3o, atrav\u00e9s da voz direta por ectoplasmia, n\u00e3o era bem n\u00edtida, um sotaque carregado, a pron\u00fancia do nome da sua irm\u00e3 n\u00e3o sa\u00eda boa, ao inv\u00e9s de Scheilla, sa\u00eda Ceila. Passado alguns dias ele disse: &#8211; Minha irm\u00e3 acabou de desencarnar. Foi v\u00edtima de bombardeio da avia\u00e7\u00e3o. Ela e meu pai desencarnaram. Dias depois, para agrad\u00e1vel surpresa da equipe, materializou-se uma jovem loura e disse: &#8211; Eu sou Scheilla. Foi muita alegria! Os irm\u00e3os ficaram cheios de j\u00fabilos espirituais.<br \/>\nConta-nos R. A. Ranieri que, numa das primeiras reuni\u00f5es de materializa\u00e7\u00e3o, iniciadas em 1948 pelo m\u00e9dium \u201cPeixotinho\u201d, surgiu a figura caridosa de Scheilla. Em Belo Horizonte, marcou-se uma pequena reuni\u00e3o que seria realizada com a finalidade de submeter a tratamento Dona L\u00f3 de Barros Soares, esposa de Jair Soares. No sil\u00eancio e na escurid\u00e3o surgiu a figura luminosa de mulher, vestida de tecidos de luz e ostentando duas belas tran\u00e7as, era Scheilla. Nas m\u00e3os trazia um aparelho semelhante a uma pedra verde-claro, ao qual se referiu dizendo tratar-se de um emissor de radioatividade, ainda desconhecido na Terra. Fez aplica\u00e7\u00f5es em Dona L\u00f3. Depois de alguns minutos, levantou-se da cadeira e proferiu uma bel\u00edssima prega\u00e7\u00e3o evang\u00e9lica com sotaque alem\u00e3o e voz de mulher. Em v\u00e1rios grupos esp\u00edritas brasileiros, al\u00e9m de sua atua\u00e7\u00e3o na assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade, sempre se caracterizou em trazer \u00e0s reuni\u00f5es certos objetos, deixando no recinto o perfume de flores que lhe caracterizam.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/irmascheilla.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/kw2.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Na obra &#8220;Chico Xavier &#8211; 40 Anos no Mundo da Mediunidade&#8221; de Roque Jacintho, encontramos o seguinte depoimento: &#8220;Chico aplicava passes. Ao nosso lado, ocorreu um ru\u00eddo, qual se algum objeto de pequeno porte tivesse sido arremessado, sem muita viol\u00eancia. (- J\u00f4 &#8211; disse um m\u00e9dium &#8211; Scheilla deu-lhe um presente). Logo mais, procuramos ao nosso derredor e vimos um caramujo grande e adoravelmente belo, estriado em deliciosas cores. Apanhamo-lo, incontinenti, e verificamos nele \u00e1gua mar\u00edtima, salgada e gelada, com restos de uma areia fresca. Scheilla o transportara para n\u00f3s. Est\u00e1vamos a centenas de quil\u00f4metros de uma nesga de mar, em manh\u00e3 de sol abrasador que crestava a vegeta\u00e7\u00e3o e, em nossas m\u00e3os, o caramujo que o Esp\u00edrito nos ofertara, servindo-se da mediunidade de Chico!&#8221; &#8220;Na assist\u00eancia reduzida, estava presente um cientista su\u00ed\u00e7o, materialista, que ali viera ter por insist\u00eancia de seus familiares. Scheilla, em sotaque alem\u00e3o, anunciou: &#8211; Para nosso irm\u00e3o que est\u00e1 ali &#8211; indicava o su\u00ed\u00e7o -, vou dar o perfume que a sua m\u00e3ezinha usava, quando na Terra. Despertou-lhe um solu\u00e7o comovido, pela lembran\u00e7a que se lhe aflorou \u00e0 mem\u00f3ria, recordando a figura da m\u00e3ezinha ausente.\u201d<br \/>\nTempos depois, um outro raro instante se deu com a presen\u00e7a de Scheilla. &#8220;Bissoli, Gon\u00e7alves, Isaura, entre outros, compunham a equipe de beneficiados, agrupando-se numa das salas da casa de Andr\u00e9, tendo Chico se retirado para o dormit\u00f3rio do casal, onde permaneceria em transe medi\u00fanico. Uma onda de perfume, corporifica-se Scheilla, loira e jovial, falando com seu forte sotaque alem\u00e3o. Bissoli estabeleceu o di\u00e1logo:<br \/>\n&#8211; Eu me sinto mal &#8211; diz Bissoli &#8211; Voc\u00ea &#8211; informou Scheilla &#8211; come muita manteiga Bissoli. Vou tirar uma radiografia de seu est\u00f4mago. A pedido, nosso companheiro levantou a camisa. O esp\u00edrito corporificado aproxima-se e entrecorre, num sentido horizontal, os seus dedos semi-abertos sobre a regi\u00e3o do est\u00f4mago de nosso amigo. E tal se lhe incrustassem uma tela de vidro no abd\u00f4men, pod\u00edamos ver as v\u00edsceras em funcionamento. &#8211; Pronto! &#8211; diz Scheilla, apagando o fen\u00f4meno. &#8211; Agora levarei a radiografia ao Plano Espiritual para que a estudem e lhe d\u00eaem um rem\u00e9dio.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #4169e1;\">QUEM \u00c9 NA VERDADE SCHEILLA?<\/span><\/p>\n<p>Certo dia, em mensagem psicografada, assim se expressou Cairbar Schutel a seu respeito:<br \/>\n&#8220;Scheilla \u00e9, para mim, um verdadeiro exemplo de f\u00e9, de perseveran\u00e7a, de humildade e, sobretudo, de muito amor. Quem dera pud\u00e9ssemos todos n\u00f3s ter uma pequenina parcela de seu infinito desejo de amar! Scheilla vivencia o amor em sua plenitude, fazendo da cura a sua verdadeira face. Ama e trabalha diuturnamente pelo pr\u00f3ximo. Outra n\u00e3o foi \u00e0 recomenda\u00e7\u00e3o de Jesus quando esteve entre n\u00f3s! Outra n\u00e3o \u00e9 a recomenda\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos que orientaram Allan Kardec na obra de Codifica\u00e7\u00e3o!&#8221;<br \/>\nFonte: Centro Esp\u00edrita Irm\u00e3 Scheilla &#8211; Curitiba (PR) e GLASER, Abel. Alvorada Nova, pelo esp\u00edrito de Cairbar Schutel.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/irmascheilla.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/scheillamsg.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">* Hino a Scheilla<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Vamos unidos a Scheila<br \/>\nNuma alegria sem fim<br \/>\nCantar com os passarinhos<br \/>\nQue esvoa\u00e7am no jardim<br \/>\nEssa flor t\u00e3o delicada<br \/>\nQuando est\u00e1 juntinho a n\u00f3s<br \/>\nDeixa sempre o seu perfume<br \/>\nE o calor de sua voz<br \/>\nIrm\u00e3 Scheilla t\u00e3o querida<br \/>\nVem trazer-nos essa luz<br \/>\nQue ilumina nossa vida<br \/>\nNos caminhos de Jesus<br \/>\nIrm\u00e3 Scheilla t\u00e3o querida<br \/>\nVem trazer-nos essa luz<br \/>\nQue ilumina nossa vida<br \/>\nNos caminhos de Jesus<br \/>\nAo enfermo que espera<br \/>\nFraternidade e amor<br \/>\nLevare,os nessa noite<br \/>\nLenitivo a sua dor<br \/>\nComo bons samaritanos<br \/>\nE a Scheilla a nos guiar<br \/>\nSeguiremos confiantes<br \/>\nSempre alegres a cantar<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bibliografia<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/217"}],"collection":[{"href":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=217"}],"version-history":[{"count":35,"href":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/217\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":219,"href":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/217\/revisions\/219"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/irmascheilla.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=217"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}